Estragar é preciso?

Faz um tempo eu penso em escrever sobre o assunto aqui no ah, mulheres!, mas não tinha um bom motivo. Pronto, agora tenho Scarlett Johansson para usar como exemplo real.

Não entendeu? Simples. Quando surgiu ao mundo, a atriz era loira e com cabelos encaracolados. Não satisfeita (ou simplesmente para experimentar), trocou a cor para caramelo ou coisa parecida. Agora, cansada de tudo, alisou e pintou de mais escuro ainda, como quem quisesse fugir da própria origem.

Não entendeu ainda? (porra, você é loira?) Explico: por que será que grande parte das mulheres tem a necessidade doentia de mudar de visual sempre, mesmo com os homens vangloriando o atual look delas? Hein?

Eu mesmo sei de alguns exemplos reais de auto-destruição visual e certamente você, caro leitor, sabe também. E é claro que a menina que se estraga - certamente na vontade de ficar ainda mais bonita - é mais comentada por aí que as outras. Aparece mais, mas aparece negativamente. Ou seja, não é um bom negócio.

Agora, alguém pode me explicar por que isso? Juro que não entendo...

Seu Jorge também é da equipe ah, mulheres!

Há tempos eu queria dedicar um post às patricinhas. Aquelas que só olhamos de longe, pois não queremos passar muito tempo convivendo com elas e suas (na grande maioria) futilidades.


Mas aí, um tal de Seu Jorge resolveu fazer uma música que diz exatamente o que eu queria...


Pois, que ele diga como são as patricinhas... Ou, na nomenclatura dele, burguesinhas.


"Vai no cabeleireiro
No esteticista
Malha o dia inteiro
Pinta de artista


Saca dinheiro
Vai de motorista
Com seu carro esporte
Vai zoar na pista


Final de semana
Na casa de praia
Só gastando grana
Na maior gandaia


Vai pra balada
Dança bate estaca
Com a sua tribo
Até de madrugada


Burguesinha, burguesinha, burguesinha..."

A personagem

Existem mulheres feias, bonitas, médias... Umas mais legais, outras mais chatas. Nenhuma, porém, é tão marcante quanto a personagem.

Todos conhecem a personagem. É aquela que é lembrada sempre por um fato, traço de personalidade ou algo peculiar.

Melhor exemplificar: uma menina que tem a voz irritante, por exemplo, é uma personagem. Mais do que a beleza, o charme, ou qualquer outra característica, sua voz sempre será mais forte. O dia em que você pensar nela, logo virá um som estridente na sua cabeça.

As vozes, aliás, são a maior fonte de personagens. A menina da voz melosa, a menina com voz de homem, aquela com voz de pato...

Personagens também são aquelas que acham que são o que não são. E acabam agindo como se fossem... (deu pra entender?). Moças que se esforçam para aparecer às custas de uma roupa mais ousada, por exemplo, sem ter atributos para tal. Acabam se tornando grandes personagens e ficam marcadas.

Basicamente, é o seguinte: se você fica com uma menina feia, bonita, magra, gorda, mas até certo ponto normal, tudo bem! Se você der a sorte de cruzar com uma personagem... Aí, meu caro, você será lembrado para sempre.

(sim, não tem nexo algum... mas já fui marcado por uma personagem de voz irritante e resolvi compartilhar essa teoria, construída ao lado de um amigo do trabalho... prometo textos mais fáceis de ler nas próximas postagens)

Cheia de charme

O que dá charme a uma mulher? Começo esta reflexão com uma pergunta difícil. No entanto, caro leitor, não estou passando a responsabilidade da resposta a você. Quero apenas que reflita, afinal você deve ter tantos exemplos quanto eu. Pois bem.

O charme feminino, isso é fato, vem das pequenas coisas. Os óculos, por exemplo, são parte integrante do pacote de charme das mulheres. São diversas cores e modelos, mas praticamente todos embelezam ainda mais aquela já admirável moça.

Há também o quesito vestuário, que não é menos importante. Afinal, quem terá coragem de discordar que uma menina de regata branca e calça jeans é irresistível? Porém, não são apenas os acessórios que compõem uma mulher. É aí que está o segredo.

Isso porque algumas têm o andar atraente, outras exibem um olhar insinuante, umas têm a boca deliciosamente delineada e ainda existem aquelas que distribuem sorrisos cativantes.

Acredito que aí esteja o verdadeiro charme, já que as características apontadas acima são únicas em cada uma. Isso sim é o que vale. Portanto, caro leitor, fica a dica. Aproveite cada pedacinho do sexo oposto. Afinal, a felicidade está nas pequenas coisas. Graças a Deus.

A não-feia

Por Alex Nemo*

Já deve ter acontecido com você de encontrar uma garota que, podia não ser deslumbrante, mas era bonita. Daí quando começa a conversar com ela percebe que ela se desvaloriza totalmente, desconhece o sentido de “auto-estima” e prefere andar com um saco de papel na cabeça a exibir o rosto.

Gosto de chamar este tipo de mulher de não-feia. Na grande maioria das vezes ela passou por momentos complicados na adolescência em que realmente não era bonita. Um rosto cheio de espinhas, um aparelho dentário imenso ou um par de óculos fundo de garrafa escondia sua verdadeira beleza. Anos depois, mesmo passando por mudanças, não consegue ver-se como atraente.

Ao não se valorizar, este tipo de garota acaba sofrendo bastante. Além disso, a não-feia pode até não acreditar quando os homens dizem que é bonita, achando que é só um joguinho para tentar conquistá-la – o que pode ser verdade em alguns casos. Até que ela note que realmente é bela, vai passar por um bom tempo dispensando caras que realmente a achavam atraente.

Uma subespécie das não-feias é a falsa-feia, a garota que nunca foi feia, mas ainda sim não se acha bonita. Isto costuma ocorrer por algum trauma de relacionamento, como um coração partido. As falsas-feias sofrem terrivelmente com a baixa auto-estima e é difícil fazer com que uma destas acreditem que são belas.Cuidado com este tipo de mulher. Estas freqüentemente trazem atrelada a sua beleza sensível uma personalidade sensacional, o que é fatal para um homem. O risco de se apaixonar é alto, assim como o índice de mal-entendidos.

Da próxima vez que diagnosticar uma não-feia (seja ela ex-feia ou falsa-feia), proceda com cautela. Não tente convencê-la de sua beleza, não dará certo. Caso se interesse por ela, tente algo, mas não precisa dizer a ela o quanto a acha bonita a todo o momento. Ela vai achar que é pura falsidade e será perda de tempo para você.

*Faça como Alex Nemo, o primeiro colaborador - ainda que anônimo - do ah, mulheres!, e mande seu texto sobre o delicioso e enigmático sexo feminino.

A superlegal

Todo mundo já conheceu uma superlegal. Sabe, aquela amiga que mais parece um amigo? Que não tem vergonha de falar palavrão, que está sempre a postos quando você chama pra sair e que (o melhor de tudo!) sabe fazer todas essas coisas com uma delicadeza totalmente feminina.

Enfim, a superlegal deveria ser objeto de uma lei nacional. Cada sala de aula ou cada ambiente de trabalho deve ter pelo menos UMA superlegal para melhorar a convivência do grupo.

Não tente não gostar desse tipo de mulher. Está provado por a + b que é impossível.

Naquele dia que você está mal, cansado após uma jornada difícil no trabalho, a superlegal certamente irá ter um feeling, ligar para você e te chamar para beber. Muito masculino, não? Pois é aí que entra a diferença. Você pode falar coisas bonitas pra ela, e vice-versa, sem ser taxado de gay. É um relacionamento quase perfeito.

Peça-a em casamento. Você jamais ganhará um não como resposta, no máximo um sorriso amarelo. Afinal, ela é superlegal e jamais vai querer perder sua amizade.

Após pedí-la em casamento e receber a resposta engraçadinha, agradeça aos céus por esse tipo de mulher existir!

Vida longa às superlegais!

Admite-se

Se você veio parar aqui, se identificou com a proposta do blog e ficou querendo dar seu pitaco sobre as mulheres, não perca tempo! Mande agora mesmo seu texto para este e-mail (juliohss@gmail.com) e seja um colaborador do ah, mulheres!.

O texto será moderado, claro, mas mesmo assim nós acreditamos no seu bom senso e vamos evitar ao máximo qualquer edição ou censura. Se quiser se esconder atrás de um pseudônimo, ok. Não é o indicado, mas manteremos o sigilo desde que o texto não seja ofensivo a ninguém.

Sua colaboração é fundamental para o crescimento desta iniciativa! Venha fazer parte desta equipe e seja mais um feliz usuário do ah, mulheres! Tenho certeza que você tem muito a acrescentar nessa importante pesquisa antropológica...

O equilíbrio do mundo

Muita gente diz que a alegria de um significa a tristeza de outro, se um ganha outro tem que perder, entre outras máximas que tentam provar o equilíbrio que somos obrigados a manter nesse mundinho em que vivemos.

E é claro que tal equilíbrio não deixaria de passar pela espécie feminina. Duvida? Então vejamos...

1 - Toda mulher bonita necessariamente tem uma amiga feia. É fato. Sempre que você ver uma beldade dando sopa na balada, desconfie... A amiga feia deve ter ido no banheiro, sabe como é, para retocar a maquiagem... Sim, esta é a única possibilidade, porque ela não vai arrumar ninguém na noite.

2 - Diretamente ligada à proposição acima. Para manter o equilíbrio, se a feia não consegue ninguém, a bonita também não pode conseguir. E é aí que surge a temível figura da EMPATA.

A empata age de uma forma simples, porém eficaz. Você, pobre homem à procura de amor (ou diversão mesmo, que seja), encontra aquela mocinha bonitinha, toda dançante no meio da pista. Você, inteligente que é, tentará chegar na gata e iniciar um contato. E aí, quando estiver prestes a faturar algo, a empata simulará: a) um mal-estar que faça com que ambas tenham que correr para a enfermaria, banheiro, ou o que estiver mais próximo; b) um lesbianismo forçado, no qual feia agarrará a gata e começará a dançar com ela até que você saia; ou c) a coitadinha, que não consegue pegar ninguém e convencerá a gata de que, se ela não é feliz, ninguém pode ser.

3 - Esta é a proposição mais importante. Cultive as amigas mais desprovidas. Afinal, ela poderá dar boas referências suas às amigas que você tanto quer. Não tem erro. É a lei!

A musa juvenil

Você, caro visitante do sexo masculino, certamente já passou por isso em determinada fase da vida. Tente se lembrar daquela época de escola em que você começa a ficar em dúvida entre algo incontestável, como jogar bola com os amigos na rua, ou ir a qualquer outro lugar só porque as meninas da sua sala vão estar lá.

E é justamente aí que entra nossa personagem principal de hoje no ah, mulheres, a musa juvenil. Ela é geralmente mais alta que os meninos da mesma idade, tem também o físico, digamos, mais desenvolvido do que as amiguinhas e costuma ser apontada como unanimidade pelos meninos da mesma sala.

É verdade que ela ainda tem aquela mania besta de só andar com as amigas confidentes de sempre, das quais não se desgruda um minuto sequer. Só que este não é o maior defeito do projeto de menina bonita. Certamente, a maior falha da mocinha é dar bola para os caras mais velhos.

Sim, as tais musinhas acham todos os meninos de sua sala uns chatos, feios e infantis, o que acaba fazendo a fama dos mais velhos. Pode reparar: a menina mais bonita da sua infância, caro leitor, com certeza te traumatizou quando começou a se envolver com o ‘carinha do terceiro ano’.

Porém, o que essas meninas não sabem é que estes envolvimentos podem acabar prejudicando a formação delas. Explico: se desde pequenas elas são acostumadas em ter os injustiçados meninos da mesma idade e até os mais velhos aos pés, imagina como ficará o ego quando elas se tornarem adultas. Terrível.

Agora, faça o teste: pergunte àquela menina fresca e mimada se o cara em que ela deu o primeiro beijo era mais velho. São grandes as chances de a resposta ser positiva, o que confirmaria toda esta tese. O pior é que não há solução para acabar com isso. Talvez isso faça parte da formação masculina e, pior, tenha influencia na má fama dos homens. Sei lá.

Missão

Ah, mulheres!

Que homem nunca usou essa expressão? Seja para cultuar uma beldade passando ao seu lado, ou para lamentar um amor perdido, enfim... Não há título mais apropriado para este blog. Aliás, não é um simples blog. Chamaremos este lugar de guia.

Afinal, vamos dissecar neste espaço todos os tipos de mulheres existentes nesse mundo. Tá, vai. Só no país, porque não sou muito fã das gringas.

Sim, as mulheres são divididas em grupos. E todas (eu disse TODAS) se encaixam em algum deles. Cheguei a essa conclusão com meu nobre amigo Julio Simões, que também trará um pouco de sua vasta experiência neste guia. E daí surgiu a idéia do Ah, mulheres!

Lembrando que os posts serão como aulas. Ensinaremos em cada texto as virtudes e defeitos de cada grupo de espécimes femininos. Todos os exemplos serão frios. Portanto, qualquer semelhança, cara amiga, será mera coincidência. Jamais falaremos de você, mocinha que visita este blog.

Precisamos ajudar você de alguma forma, e faremos isso com o que conhecemos de melhor: as mulheres. Se você quer começar a ser pegador, saber a melhor forma de tratar cada tipo de mulher, ou até mesmo deixar de ser um leigo no tema, convido-o a salvar o Ah, mulheres! nos seus favoritos.

Espero ter sido claro nessa apresentação. Mas nem é isso que importa, e sim os textos que virão a seguir...

Ah, mulheres... (não canso de dizer isso)